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"Empregabilidade = capacidade de um profissional entrar e manter-se no mercado de trabalho, graças à sua adequada formação e competência profissional."
Hoje em dia é muito comum ouvirmos falar em "empregabilidade". Em tempos de escassez de empregos, cada vez mais aquele que possui uma sólida formação profissional e competência no seu trabalho ganha pontos importantes e sai na frente, na busca pelas melhores colocações. Diz-se que esse indivíduo tem um alto grau de empregabilidade.
Na profissão de vigilante, acontece à mesma coisa. Vigilantes formados em boas academias, que fazem cursos complementares de aperfeiçoamento profissional, que se mantém atualizados em relação às novas técnicas possíveis de serem aplicadas em sua função, esses, com certeza, estão ganhando "empregabilidade" e aumentando suas possibilidades no mercado de trabalho.
A segurança privada é um mercado bastante promissor. Isso não se discute. Mas também é um mercado que, dia-a-dia, fica mais competitivo e seletivo. Isso faz com que as empresas de segurança, para poder atender às necessidades de seus clientes, se vejam obrigadas a contratar sempre os melhores profissionais e somente manter em seus quadros de funcionários os vigilantes mais capacitados. É assim que funciona, não só nessa área, mas em todos os ramos de atividade.
Não são poucas as empresas de vigilância que, no momento de recrutar seus vigilantes, selecionam aqueles formados em determinada academia, e dispensam os demais, antes mesmo da entrevista. Por quê? Certamente é porque o cliente exige vigilantes com alto grau de empregabilidade e isso só se consegue com uma formação de bom nível, o que poucas academias têm.
Por isso, atenção! Cuidado com as "arapucas"; com aquelas "academias" que oferecem preços muito baixos, que não dão aulas por falta de instrutores, que não cumprem o currículo do curso estabelecido pela legislação, que não possuem instalações adequadas, etc. O barato pode sair muito caro!
O desrespeito ao aluno pode passar despercebido para alguns, no momento da matrícula. Somente depois, quando o vigilante já "formado" - se é que se pode dizer que essas "academias" formam alguém - procura um trabalho, é que vai ter que enfrentar sérias dificuldades para conseguir emprego e, aí, vai perceber o erro que cometeu.
Pense bem na hora de escolher uma academia para sua formação profissional, para a reciclagem de seus conhecimentos ou para fazer cursos extras que aumentem o seu grau de empregabilidade. Aqui vão algumas "dicas" para não se comprar "gato por lebre":
Pergunte a vigilantes, empregados em boas empresas, sobre os cursos que fizeram e sobre o conceito das academias existentes; Compareça a essas academias e conheça sua estrutura, o porte e a capacidade de atendimento de cada uma, antes de escolher aquela que você vai freqüentar; Consulte a possibilidade de fazer cursos extras, que agreguem valor a sua carreira; Não se baseie unicamente pelo preço. Lembre-se do ditado: "quando a esmola é demais, o santo desconfia"; Se possível, entre no "site" dessas academias na Internet e busque saber mais sobre elas. Dessa forma, você já pode ter uma boa idéia do potencial de cada uma.
Escolhida a academia, procure fazer um bom curso, com dedicação e empenho. E tenha sempre em mente que só assim poderá adquirir condições de competir no mercado, com sucesso e "empregabilidade". Boa sorte!
José Tarcisio de Carvalho Neves, CPP, DSE Diretor de Cursos do SESVESP Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica, Serviços de Escolta e Cursos de formação do Estado de São Paulo
(*) Artigo publicado no jornal Giro de Empregos
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